segunda-feira, 23 de abril de 2018

Pensamento complexo


As discussões em torno do livro ‘Ciências sociais, complexidade e meio ambiente: interfaces e desafios’ propiciaram uma maior conscientização quanto a relevância da complexidade do pensamento. As hipóteses a serem levantadas, mesmo em um ambiente de intervenção socioambiental, devem levar em consideração o global, as possibilidades diversas e o auxílio em conjunto. 
A construção das soluções, intervenções, teorias e leis deveriam ser baseadas no pensamento complexo. O pensamento que não compartimentaliza as áreas do conhecimento, mas reconhece a importância da conexão entre essas. A partir disso, pode-se correlacionar o fato de que engenheiros não deveriam lidar com o espaço e/ou o ambiente, sem antes compreender que ali existirão indivíduos e outros seres vivos. Da mesma forma como outros profissionais não poderão desenvolver bem as próprias atividades, sem reconhecer a importância de outras áreas do conhecimento, ou seja, de outros profissionais.
Para tanto, torna-se evidente que ao se tratar de soluções políticas, econômicas e ambientais se faz necessário criar alternativos que agreguem valores e que, sobretudo, não sejam unidimensionais, reducionistas e puramente objetivas. Um bom resultado pode ser considerado aquele que não precisa de uma nova intervenção, ou seja, de um novo estudo baseado em outras áreas do conhecimento, que já deveriam ter sido previamente envolvidas.
Fonte: Google Imagens

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